segunda-feira, 26 de junho de 2017

Gente... Olha isso!

Bom, para entenderem a empolgação preciso contar a história desde o início, e o início está em 2015 e eu estava dando aula de filosofia para uma turma de 2ª série e os alunos foram desafiados a entregar uma produção sobre  ética e um grupo de alunos (todos primos) entregaram um vídeo maravilhoso onde mostrava imagens (da família) e retrataram o tema RACISMO.
Assista.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=x8comMaLMKc

video

Bom, uma das alunas, Tuani Ximenes, lançou este ano um livro com seu avô Rubens Lelis Ximenes, ele escritor, autodidata, músico, escultor, restaurador/encadernador de livros, segundo sua apresentação no livro e ela uma aluna maravilhosa, youtuber, e para o meu espanto ilustradora. Ela ilustrou o livro do avô, que coisa mais sublime... em tempo que se debate o abismo geracional, vemos um encontro maravilhoso em uma obra que já estou lendo e logo, logo conto para vocês sobre este livro:

Dois Cabras de Lampião: Corisco e Labareda. De Rubens Lelis Ximenes.
Ilustrações: Tuani Ximenes Ferreira


Até mais pessoal! Agora preciso ler...

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Você já leu Persépolis?

Eu li. Amei!

Em 2009 eu estava em uma livraria, porque eu não saia de dentro das livrarias, e encontrei Persépolis.  Gostei e comprei. A leitura foi maravilhosa, fiquei fascinada pela história contada e desenhada pela Marjane Satrapi. Que história?! Pensei. E hoje depois de alguns anos, estamos em 2017 (vai que alguém lê este artigo em 2020, preciso situar a pessoa) estou eu escrevendo sobre persépolis, e por quê?

Porque é uma ótima oportunidade para você que está ficando doido com tantos acontecimentos loucos em nosso país poder ter uma visão diferente de outro lugar e que passou e passa por problemas políticos bem sérios.
Porque a história da Marjane Satrapi nos motiva a agir e ir além das nossas possibilidades.

Dá uma olhada na sinopse:


Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita - apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa.
Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares.
Em 
Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama - e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

www.companhiadasletras.com.br - Persépolis



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quem passa

Quem passa não vê
Quem passa não sente
Quem passa, só passa
Não para

Quem passa não fala
Quem passa não toca
Quem passa, só passa
Não para