Filosofia

Campinas, 30 de junho de 2012

Lara Cristina de Medeiros Belette

Conteúdo: Racionalismo e Empirismo

Quem são os filósofos que representam essas teorias de conhecimento e o que são elas?
A Teoria do Conhecimento ou Epistemologia  é a reflexão sobre a natureza do nosso conhecimento. Como o ser humano conhece? Como podemos ter acesso a verdade?
Temos dois tipos de teoria do conhecimento que tentam explicar, dar uma resposta a essas indagações, são elas: Racionalismo e Empirismo.
No Século XVI o Filósofo René Descartes iniciou uma teoria do conhecimento. Ele é o representando do racionalismo também chamado de inatismo. Para o Racionalismo o homem desenvolve ideias a partir de seu próprio sujeito, pois a realidade esta primeiramente no espírito, ou seja, dentro de si.

Quando vamos conhecer alguma coisa, tempos o sujeito que conhece e o objeto que é conhecido, diante disso René Descartes prioriza o sujeito (aquele que conhece), pois para ele as ideias não vem de fora, mas estão dormente no sujeito e somente um conhecimento baseado no critério da reacionalidade interna do homem pode assegurar um conhecimento verdadeiro.

Por outro lado, temos os empiristas, um filósofo representante dessa concepção é John Locke e Francis Bacon, para eles a lama é como uma tabula rasa e o conhecimento só e construído graças ao contato com a realidade empírica, ou seja em contato com a realidade sensível. No empirismo eles enfatizam o objeto conhecido, pois a realidade é acessível ao pensamento humano pela experimentação.



Campinas, 18 de dezembro de 2012

Lara Cristina de Medeiros Belette

Conteúdo: Teoria das Ideias – Alegoria da Caverna


Platão na alegoria da caverna teria a pretensão de resgatar o poder político perdido com o advento da democracia ateniense?

O livro VII da República de Platão inicia com essa alegoria, que tem como pano de fundo a própria história de Sócrates, um filósofo não compreendido por seus contemporâneos e por eles assassinado.

A caverna é o mundo em que vivemos, os grilhões representam nossa ignorância e paixões, as sombras são somente as percepções sensoriais, a saída do escravo da caverna é a libertação do filósofo de sua experiência, o universo que lá fora vive é o mundo das ideias, o Sol representa o bem supremo, a volta do filósofo é a tentativa de despertar as pessoas presas às suas paixões e ignorância, a inadaptação de volta à caverna, a sina do filósofo até o seu assassinato. A Caverna é o mundo sensível, lá fora o inteligível.

Essa alegoria representa aquilo que se espera de um filósofo – a capacidade de se abstrair do mundo terreno e, com uma curiosidade latente, tentar interrogar-se sobre os diversos mistérios de nosso mundo.

Platão quer mostrar que o filósofo é aquele capaz de deixar seus problemas particulares, para então entender o todo, a sociedade, tanto que ele trás  a ideia de um rei filósofo, aquele que sai da caverna, vê o sol e depois volta para despertar as pessoas. E trabalha na questão da harmonia entre as aptidões natas de cada ser humano, alguns serão agricultores, outros comerciantes, outros guardiões até chegar ao Rei filósofo. Este consegue o posto de governador por merecimento e não por herança. Não acredito que Platão queria resgatar o poder político perdido com o advento da democracia ateniense, mas está decepcionado com esse modelo e trabalhou em uma nova aristocracia, algo iluminado.



Campinas, 07 de setembro de 2012 - Política 1o ano do Colégio Objetivo

http://www.youtube.com/watch?v=nu5U6f4445A

http://www.youtube.com/watch?v=d8fyYAOKsCo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=IhPTwb9NPwk

Campinas, 01 de fevereiro de 2012

Olá alunos, essa será a nossa página, o nosso canal de comunicação no blog! Fiquem atentos!
Abraço
Lara

Campinas, 11 de março de 2011


Campinas, 09 de março de 2011

As mulheres podem ser educadas para serem guardiãs?

Há, sem dúvida a mulher guardiã!

Com essa afirmação no livro V 456 a – e, Platão responde que as mulheres podem ser educadas para serem guardiãs, mas elas precisam ser naturalmente aptas para tal atividade. “As qualidades naturais estão distribuídas de modo semelhante em ambos os seres”. Porém deixa claro que apesar da mulher poder participar de todas as atividades, de acordo com sua natureza, do que o homem participa, ela é mais débil que ele em quase todas.

Assim ele discorre sobre a importância de colocar essas mulheres, naturalmente aptas para serem guardiãs, em treinamento igual ao dos homens e também devem escolher mulheres dessa espécie para coabitar e ajudar guardar a cidade juntamente com os homens que também são naturalmente aptos a serem guardiões da cidade.

Outro ponto importante no livro V em relação à educação dos homens e mulheres guardiões está no final do 457 onde Platão  diz que as mulheres guardiãs serão comuns a todos os homens guardiões, e nenhuma coabitará em particular com nenhum deles; e, por suas vez, os filhos serão comuns e nem os pais saberão quem são os seus próprios filhos, nem os filhos, os pais.

Platão sonha com uma cidade onde a harmonia entre as pessoas segundo suas aptidões naturais serão aceitas de forma a não haver questionamento, porém ele mesmo admite que isso é algo difícil e controverso.

Aqui você vai encontrar textos sobre filosofia, e projetos para a sala de aula! Aguarde!

Um comentário:

  1. oi professora lara é a Nathália Giacomini do colégio crescer 6° b !

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