quarta-feira, 14 de junho de 2017

Você já leu Persépolis?

Eu li. Amei!

Em 2009 eu estava em uma livraria, porque eu não saia de dentro das livrarias, e encontrei Persépolis.  Gostei e comprei. A leitura foi maravilhosa, fiquei fascinada pela história contada e desenhada pela Marjane Satrapi. Que história?! Pensei. E hoje depois de alguns anos, estamos em 2017 (vai que alguém lê este artigo em 2020, preciso situar a pessoa) estou eu escrevendo sobre persépolis, e por quê?

Porque é uma ótima oportunidade para você que está ficando doido com tantos acontecimentos loucos em nosso país poder ter uma visão diferente de outro lugar e que passou e passa por problemas políticos bem sérios.
Porque a história da Marjane Satrapi nos motiva a agir e ir além das nossas possibilidades.

Dá uma olhada na sinopse:


Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita - apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa.
Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares.
Em 
Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama - e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

www.companhiadasletras.com.br - Persépolis



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