terça-feira, 15 de março de 2011

História em Capítulos - capítulo 8

Na quarta-feira fiquei o dia em casa, tentando descansar, a noite o Gu me convidou para irmos jantar juntos, só nós dois, antes passei na formatura dos alunos do 9º ano do Colégio Crescer, pois eu fui a professora homenageada da turma do 9º B. Gostaria muito de ter ficado na formatura, mas estava bem cansada e no outro dia eu iria para o hospital. Recebi uma orquídea linda! Saí da formatura e fui para uma pizzaria. Chegamos em casa para dormir. A ansiedade começou a tomar conta da gente. Começou a tomar conta de mim, pois iria conhecer o Tiago, o tão esperado Tiago.

Quinta-feira, 16 de dezembro 8 horas: acordar – café da manhã às 5:30 da madruga. 12 horas – almoço, não pude almoçar, tinha que ficar de jejum 8 horas antes da cirurgia. Depois banho e se arrumar para ir ao hospital Madre Theodora. Saímos de casa às 13 horas, chegamos no hospital e começamos a dar entrada na internação. Minha mãe e o meu padrasto foram seguindo a gente desde casa até o hospital. Depois chegaram meus sogros, e os meus cunhados. Mais tarde, mas eles eu não consegui ver, vieram o Tarcisio, meu irmão e sua namorada a Aline. A Laiz, minha irmã mais nova, também estava no hospital.

Demorou para eu ir até o quarto. O parto estava marcado para as 14 horas, já era 14 horas e eu estava esperando para subir até o quarto. Conseguimos chegar ao quarto já eram 15 horas. Lá, eu já tomei um líquido que eles dizem que é para não vomitar. Depois me troquei e fui de maca para a sala de cirurgia. O Gustavo foi logo depois.

15:30 – inicio nos preparativos para a cesárea. Primeiro a injeção peridural, que é aplicada na espinha: Relaxa os ombros, dizia a enfermeira, enquanto o anestesista realizava várias perguntas: tem alergia há algum medicamento? Não. Tem diabete? Não. Fuma? Não. Toma algum medicamento? Não. Bom para todas as perguntas a resposta foi: Não. Continuo relaxando e esperando a injeção. Pensei que seria uma loucura, que doeria muito, quando pensei que ele iria aplicar a anestesia, o médico disse, pode deitar. Pensei comigo mesma. Já. Mas não senti nada!

Para minha surpresa eles começam a amarrar meus braços. Pensei: pra que isso?  Era a Lara em uma cruz deitada, anestesiada da cintura pra baixo, com uma barriga enorme. Conseguiu imaginar? Eu também não.
Colocaram um aparelho para medir a pressão, um aparelho no dedo para ver os batimentos cardíacos, e soro na mão esquerda. Depois o anestesista coloca uma sonda no canal da urina, não senti nada, mas fiquei pensando, depois quando tirarem isso, eu vou sentir sim.

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