Olá pessoal, vou utilizar o espaço do blog Torre de Palavras para publicar um livro que comecei a escrever há 6 anos. Toda semana irei publicar partes do livro: Se liga nessa... E espero os comentários de vocês.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Terminando o primeiro semestre
Avaliação deste semestre? Muito bom. Agora faltam 3 dias para para as férias e para mais obras maravilhosas!
Grandes coisas estão por vir...
Grandes coisas estão por vir...
terça-feira, 21 de abril de 2015
Percepção
Se a sinceridade te ofender, peço, por favor, não se ofenda,
pois é tão bom poder escrever o que realmente pensamos e sentimos e vivemos e o
que realmente somos. É tão bom poder ser transparente no grau máximo em que
podemos ser e assim sermos livres.
Tenho uma história para contar, uma história que só eu
conheço, a história da minha percepção do mundo, de Deus, das pessoas. Percebi
que Deus existia quando já era jovem, antes eu aceitava as falas, crenças de
outras pessoas. Percebi o mundo quando tinha 10 anos e andando entre os
barracos da Herveira, cidade que fica no Estado do Paraná, eu vi a realidade: a
miséria que assola milhares de pessoas que estão no interior, esquecidas,
morrendo antes da morte física, enlouquecendo. Percebi as pessoas em diferentes
épocas, em cada uma delas eu conheci uma faceta diferente do ser humano.
Quando criança percebi que os adultos mentem, mas que muitos
desejam fazer a diferença, que outros só pensam em si, que os adultos machucam,
são egoístas e que quando há um egoísta a outra pessoa que sofre e chora.
Percebi o olhar inocente e sonhador, mas percebi o medo e a desilusão. Quando jovem
percebi a diferença que as pessoas fazem do rico e do pobre, percebi o olhar de
piedade daquele que tem dinheiro para aquele que não tem, percebi que aqueles
que nos amam e se importam conosco realmente fazem tudo para nos ajudar,
percebi minha miséria. Percebi que as pessoas sentem inveja e podem te
maltratar por isso, percebi que ter um amigo é tão difícil quanto viver uma
vida inteira sem doenças, e então, percebi a solidão, a tristeza de estar em
meio a multidão, mas só... O tempo passou conheci e percebi Deus tão perto que
eu nem precisava me esforçar para correr atrás, percebi que ele estava ao
alcance de uma oração. Uau! E então baixei a guarda e comecei a acreditar na
sinceridade das palavras das pessoas que também haviam percebido esse Deus...
Mas... foi aí que percebi a crueldade, a falsidade, a
mentira, a desonestidade, foi aí que percebi que alguém pode mentir descaradamente
somente para atrair outras pessoas e, assim, se fazer de vítima e destruir sem
que outros percebam: amizades.
Uau! Perceber a crueldade disfarçada de beleza, perceber a
monstruosidade sendo espalhada em forma de fé, perceber a manipulação
inescrupulosa no discurso do desonesto se passando por coitado, caí do cavalo!
Agora, percebo que muitas pessoas gostam de você não somente
pelo o que você é, mas pelo o que pode oferecer a ela. Que muitos nunca irão te
ajudar gratuitamente, mas só irão te ajudar e sorrir pra você esperando o
momento para que você possa pagar pela ajuda. Que se você não supre todas as
expectativas, você não serve e não presta. Que se você não fica o tempo todo
correndo atrás, eles vão te odiar.
Bom, percebi muitas outras coisas, mas tenho buscado
perceber pessoas que são transparentes, sinceras, que não medem palavras para
conversar, que vivem da verdade, que amam de verdade e que precisam de você não
para te sugar, mas porque sua presença é tão importante quando o ar que a
pessoa respira. Estou percebendo que o ser humano pode ter os piores defeitos,
mas se ele for sincero com você, olha, tudo muda...
E muda para melhor!
É bom receber sorrisos e elogios? Claro que é. Mas ele fica
amargo quando se descobre que foi falso...
Então é melhor a sinceridade, a crítica da pessoa
verdadeira, que machuca e te faz chorar, mas que não te abandona e esta ao seu
lado sempre, mesmo mais do que distante, porque assim você sabe quem ele é e
não precisa ficar pisando em ovos.
Ah se falássemos a verdade...
domingo, 12 de abril de 2015
PRECONCEITO
Não me acho conservadora, mas me chamam assim. Não sou, com
toda certeza, fundamentalista, mas me chamam assim e por ter esses rótulos,
quero escrever algo.
Estamos passando por uma nova transformação dos
pré-conceitos da nossa sociedade. Dos conceitos pré-estabelecidos.
Há alguns anos passamos por uma transformação em relação às
roupas das mulheres, mulheres usando calça, mulheres colocando roupas de “homem”,
foi um escândalo. Bom, agora estamos vendo homens colocando roupas de “mulheres”,
que escândalo, não é? Que absurdo!
É isso, nós vamos usar roupas que são roupas, e pronto!!!!
quinta-feira, 19 de março de 2015
Racismo.
Tem momentos que ser professora é encantador, e quando vejo trabalhos como este fico feliz em saber que os conceitos, os debates geram frutos...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Primeira Tela
Olá, queridos e queridas!
Bom, como vocês sabem sou mãe de um menino que hoje tem 4
anos. Ele tem testado nossos limites ultimamente e nos mostrado com bastante
clareza onde temos errado na educação. E hoje, foi um daqueles dias mega
especiais em que você como mãe precisa colocar os pingos nos is.
Então, hoje foi um dia de disciplina, cantinho do
pensamento, e muita conversa. A noite depois de muita reflexão e até de um
soninho esperto, o Tiago, o Papai Gustavo e eu fomos ler uma história para
depois pintarmos uma tela, ou melhor, o Tiago iria pintar a sua primeira tela.
Nós costumamos pintar durante as tardes, em cartolina, papel
craft e folha sulfite, mas hoje o Tiago foi pintar na tela pela primeira vez.
Foi muito divertido!
É muito bom terminar o dia assim, depois de tantas
disciplinas, acordos, choros e por fim, obediência.
Agora eu vou jogar futebol de botão...
Até mais!
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Tédio existencial
Nas duas últimas segundas-feiras participei de um curso
sobre Storytelling, basicamente falou sobre “a saga do herói”. Com certeza
citou Campbell. Um curso bom com um bom palestrante.
Mas uma frase me chamou muito a atenção no discurso do
palestrante de que o homem não busca sentido para a vida, mas experiências.
Como assim, experiências? Perdoe-me a linguagem coloquial.
Um dos maiores problemas da humanidade, hoje, é o vazio
existencial. A falta de significado para o que somos e o que fazemos. Experiências?
Elas me levam ao agora e nada mais, a busca de prazer. Viver pelo prazer, viver
em busca de experiências me leva a uma crise, me leva ao tédio, Svendesen
escreve que “o tédio tem um efeito de desumanização porque ele retira da vida
do homem o sentido que justamente a constitui como vida”. Logo entendemos que
uma vida vivida em busca de prazer, de momentos de alegria e satisfação momentânea
me leva a depressão, ao tédio existencial. “Numa sociedade pós-moderna que não é
acolhedora para os peregrinos, os
silenciosos, os tímidos, os solitários, tampouco o é para os depressivos que
ela produz”, De La Taille. E a depressão tem elevado o número de suicídios no
mundo.
Será mesmo que o que o homem procura é experiências? Será
que isso basta? NÃO!
“Uma vida com sentido é uma vida significativa” Yves De La
Taille.
P.S. Eu escolhi o meu herói – JESUS CRISTO!
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