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quarta-feira, 9 de março de 2011

História em Capítulo - Capítulo 2

Eu fiquei grávida em novembro de 2009, o dia especificamente eu não sei. Perdoem-me, mas não fico marcando na tabelinha essas coisas. Entende?!
Eu desconfiei que estivesse grávida em uma noite qualquer, quando percebi que minha menstruação estava atrasada, então pedi para o Gustavo (Gustavo é o meu marido) para comprar o teste de farmácia (aquele que, as mulheres que esperam ficar grávida tanto querem que dê positivo e, aquelas que não querem engravidar, mas por algum motivo estão se relacionando por aí, temem com todas as forças). Voltando. O Gustavo comprou o teste, depois que voltamos da casa do tio dele, na bula falava que tinha que realizar o teste na primeira urina da manhã. Fala sério, esperar a noite toda para saber se você está grávida? É quase uma eternidade, não a eternidade divina, mas aquela humana, doida, sem cabimento. Acordei 5 horas da manhã, não agüentava dormir mais, fiquei pensando: pra que dormir, o dia começa às 00:01, então vou ficar acordada para urinar esse horário. Risos. De louco e doido todo mundo tem um pouco. Eu tenho em quantidade bem elevada, mas disfarço bem em alguns lugares. Às 5 horas da madruga levanta a dona Lara para fazer xixi e saber o resultado. Se ficar só um risquinho vermelho deu negativo, se for dois então é positivo, significa: você está grávida minha filha. Isso pode ser traduzido de duas formas, primeira: Parabéns mamãe. Segunda: Como vou falar para os meus pais?

terça-feira, 8 de março de 2011

História em capítulos - Capítulo 1

Que loco! Fala sério minha gente o que é essa parada magnífica de ser mãe?
Tudo começa... bem vocês sabem como tudo começa, na concepção. Que nem fazemos idéia de que logo, logo teremos a linda surpresa de dizer: Estou grávida! Wow. Esse é o primeiro baque, o primeiro – Nossa, o que eu faço agora?
Bom, agora é só esperar para que a barriga cresça e apareça para não deixar dúvidas da nova jornada que te espera. Mas não é só isso minha gente, tem muito mais pela frente: bom, para não ficar especulando a vida alheia vou contar a minha experiência, mínima, mas cheia de alegrias, risadas, choros, angustias, medo, paz, e vários outros sentimentos que eu acho que ainda não inventaram um nome para o sentimento MÃE. Isso mesmo, mãe não é só ser uma pessoa, um agente colaborador na educação dos filhos, aquela que vai receber a culpa por todos os traumas que te acomete e não vai receber mérito nenhum se por acaso o filho for bem sucedido, isso será mérito só dele. O sentimento mãe é algo doido, um misto de vários outros sentimentos e mais alguns que o homem ainda não conseguiu nomear. E ele tomou conta da minha vida em março de 2010, ou melhor em novembro de 2009. Por que em 2009? É simples!


Amanhã tem mais...

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