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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Vamos começar 2018.


Estou com tantas ideias, projetos e resoluções para produzir e alcançar este ano que estou muito animada.
Bom, na escola vou iniciar o projeto da sala invertida com os alunos nas aulas de filosofia e sociologia. Vou relatar cada passo, planejamento, prática, avaliação, pontos positivos, negativos e o feedback dos alunos.
Na Missão 129 e no FDL, ministério de jovens e adolescentes, vamos trabalhar temas pertinentes a geração atual, a medida que tudo for acontecendo vou contar para vocês.
E com a família, vamos nos organizar para realizar projetos juntos, tempo de qualidade, e cuidar da nossa casinha linda.
Vem comigo para aprendermos juntos e trocarmos experiências... Tudo com muito amor.


Uhull 2018 começou.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

“O AMOR DE DEUS ME ALCANÇOU!” parte 1

Como escrever sobre um amor tão grande, tão sincero, tão incondicional...
Talvez seja melhor escrever sobre como este amor me alcançou, e vou começar a contar sobre minha vida antes de Jesus. Não me recordo muito sobre minha infância, mas da adolescência que não pude aproveitar lembro-me bem...

Meus pais sempre trabalharam muito e nós ficávamos sozinhas em casa (eu e minhas duas irmãs mais velhas), quando crianças, brincávamos juntas, mas também brigávamos muito (rsrss). Eu quase não brinquei com elas, pela diferença de idade, eu me identificava mais com minhas colegas da rua, e com duas irmãs Andressa e Vanessa que eram as minhas amigas preferidas; lembro-me de passar horas e horas na casa delas e até finais de semana (isso porque morávamos apenas a alguns metros de distância). Seus pais eram como pais para mim, eu amava estar junto daquela família. Mantivemos contato até meus 11, 12 anos enquanto estudávamos juntas e até seus pais se separarem e elas mudarem para outra cidade...
Nesta época, minha mãe me colocou em aulas de jazz (eu amava dançar!), fiz aulas por um bom tempo, acho que desde meus 11 anos até os 16. Foi aí que minha vida virou de pernas pro ar...
Quando eu tinha 13 anos, conheci um garoto (ele tinha 16 anos). Eu o conheci através dos eventos de dança em que participávamos, eu com o grupo de jazz, ele com um grupo de dança de rua. Morávamos no mesmo bairro; estávamos quase sempre nos mesmos lugares por conta dos eventos e acabamos por conhecer as mesmas pessoas...
Isso fez com que nos aproximássemos, confesso que quando o vi pela primeira vez, a impressão que tive foi de uma pessoa muito auto suficiente, intocável, aquela pessoa que te olha por cima sabe? Mesmo assim, nos conhecemos. Durante algum tempo, fui experimentando o “ficar” com ele. Eu com ele, e ele comigo e com outras...inclusive com as que se diziam minhas amigas na época. Quando eu fiz 15 anos, ele “resolveu” namorar comigo, era tudo o que eu queria! Não havia nada mais importante pra mim do que namorar com ele. E o que era inocente, começou a ficar sério demais, tão sério que com meus 16 anos engravidei. Eu era praticamente uma menina, e tantos sentimentos vieram sobre mim: dor, angústia, vergonha , medo...Quanta incerteza e insegurança!
 Como poderíamos nos casar? Onde iríamos morar? Como eu cuidaria de um bebê? E se ele desistisse de mim? E meus pais? O que eles iriam dizer? E as pessoas, o que iriam pensar de mim?

domingo, 15 de maio de 2011

Lembrança XII Laiz

Essa lembrança é muito especial. Lembro muito bem quando a minha mãe descobriu que estava grávida do seu quarto ou quarta filho (a). Foi uma surpresa, muito boa, é claro! A barriga cresceu e chegou o dia do nascimento do nosso irmão ou irmã... Ficamos em casa com uma moça que estava ajudando a minha mãe a cuidar da casa e meu pai foi junto com a minha mãe para o hospital... Logo chega a notícia que nasceu UMA MENINA a LAIZ ISAURA MEDEIROS (Meu pai colocou o segundo nome da Laiz de Isaura, pois dois meses antes a mãe dele havia falecido, e se chamava Isaura) ficamos todos muito contentes com a notícia e então o pai veio nos buscar para visitarmos a mãe. Lembro que quando olhei a minha mãe com os lábios brancos, parecia que ela estava tão “acabada” que fiquei pensando comigo: nossa como deve ser horrível ter  um filho... Voltamos para casa e no outro dia minha mãe, que tinha feito cesárea pela primeira vez, teve alta e ela, a Laiz iriam para casa. Nesse dia choveu tanto, que o fusquinha do amigo do meu pai não conseguiu chegar em casa, parou atolado no barro no meio do caminho. Nós estávamos na varanda olhando tudo acontecer, então meu pai embrulhou a Laiz em uma coberta e a trouxe para casa, e entregou para a moça que estava cuidando da gente, depois voltou e trouxe a minha mãe, que quase não conseguia andar, ela fica encurvada, lembro tão bem dessa cena, que tenho vontade de chorar. A Laiz era um bebe lindo! Apaixonamos-nos por ela assim que a vimos.... Parabéns Laiz pelos seus 24 anos!

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